O MEDO DE AMAR!!!
Um cientista coloca um ratinho em uma gaiola. No início, ele fica passeando de um lado para outro, movido pela curiosidade.
Quando sentir fome, irá na direção do alimento. Ao tocar no prato, no qual o pesquisador instalou um circuito elétrico, o ratinho levará um choque forte, tão forte , se não desistir de tocá-lo, poderá morrer.
Depois do choque, o ratinho correrá na direção oposta ao prato. Se pudéssemos pergunta-lhes se tem fome, certamente responderia que não, porque a dor provocada pelo choque faz com que despreze o alimento.
Depois de algum tempo, porém o ratinho entrará em contato com a dupla possibilidade da morte: a morte pelo choque ou pela fome. Quando a fome se torna insuportável, o ratinho vagarosamente, irá de novo em direção ao prato.
Nesse meio tempo, no entanto, o pesquisador desligou o circuito e o prato não está mais eletrificado. Porém, ao chegar quase tocá-lo o medo ficou tão grande que o ratinho terá a sensação que levou um segundo choque. Haverá tarquicadia, seus pelos se eriçarão e ele correrá em direção oposta ao prato. Se lhe perguntássemos o que aconteceu, a resposta seria: levei outro choque !!!!
Esqueceram de avisá-lo que a energia elétrica estava desligada! A partir deste momento, o ratinho vai entrando numa tensão muito grande. Seu objetivo, agora, é encontrar uma posição intermediária entre o ponto da fome ao do alimento que lhe de certa tranquilidade. Qualquer estímolo súbito, diferente, que acorrer por perto, como barulho, luminosidade ou algo que mude o ambiente, levará o ratinho uma ração de fuga em direção ao lado oposto do prato. É importante que ele nunca corre em direção a comida, que é do que realmente precisa para sobreviver. Se o pesquisador empurra o rato em direção ao prato, ele poderá morrer em consequência de uma parada cardíaca, motivada pelo excesso de adrenalina, causado pelo medo que o choque primitivo se repita. É provável que você esteja se perguntando: Muito bem, mas o que isso tem a ver com o medo de amar? Tem tudo a ver. Muitas vezes, vemos pessoas tomando choque sem querer tocar no prato.
Quantas vezes, esta semana, você teve de convidar alguém para sair, para conversar, para ir á praia ou ao cinema, vontade de beijar alguém, e não o fez, temendo que a pessoa pudesse não ter tempo ou não gostasse de sua companhia e, desse modo, acabou sentindo-se rejeitado, sem ao menos ter tentado?
Quantas vezes você se apaixonou sem que o outro jamais soubesse de seu amor?
Quantas vezes você acabou abandonou alguém, com medo de ser abandonado antes?
Quantas vezes você sofreu sozinho, com medo de pedir ajuda e ficar “dependente de alguém”?
Quantas vezes você se afastou de um grande amor, com medo de se comprometer?
Quantas vezes você não se entregou ao amor com medo de perder o controle da sua liberdade?
Quantas vezes você deixou de viver um grande amor com medo de sofrer de novo...
Quantas vezes você tomou um choque sem tocar no prato?
Pense nisso!!!! E arrisque... é melhor tentar e perder... do que... Viver na Incerteza!!!
Autor desconhecido